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› Nome: brenda › Email: Indisponível › Status: Usuário › Sexo: Feminino › Localização: Vitória/ES › Aniversário: 09 de Julho › Idade: 15 › Data de Registro: 16/01/2008 às 18:01 › Última visita: 18/08/2008 às 20:55 › Status: Offline |
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Postado em 10/06/2008 às 20:30![]() Como céu e terra. Tão próximos e tão distantes Como céu e terra Vivendo um sentimento constante Os fragmentos de um amor Os fragmentos de uma alma. Caídos no chão e perdidos no tempo Uma alma em pedaços Sem mais forças para lutar Um coração perdido Sentindo o seu mundo acabar. Uma alma cansada Que já não sei o que fazer Se luta e perde tudo ou Se afasta e não perde “nada” Mais o nada não existe E algo ele ira perder. Talvez não seja para as garras da morte E talvez não seja para a solidão. Os fragmentos de um amor Os fragmentos de um coração partido. Sentimentos levados pelo vento Sensações de um tempo a ser esquecido. Como céu e terra Tão próximos e tão distantes Como céu e terra Ambos dividindo um sentimento ofuscante. Permalink Comentários (1) |
Postado em 29/05/2008 às 19:09![]() Não vejo na vida qualquer beleza Não vejo na vida qualquer encanto Estou mergulhado nas profundezas da tristeza A Morte acolheu-me em seu negro manto Viver a vida foi um erro fatal A vida abandonou-me à própria sorte O desprezo, a solidão e uma tristeza infernal Levaram-me então a viver a morte Morte, te entrego meus sentimentos, Minha tristeza e meu corpo E declaro nesse melancólico momento Que anseio muito por estar morto Morte, entoe sua melancólica melodia Sim Morte, quero ouvir seu canto Não quero mais ver a luz do dia Não quero mais enxugar meu pranto Se não consigo mais sorrir e só vivo a lamentar Morte, cante para eu dormir e nunca mais acordar Permalink Comentários (1) |
Postado em 13/05/2008 às 19:13![]() Sentada espero Para poder ser feliz, Sentada desespero Mas ninguém nada diz. Sozinha desespero Querendo do sonho acordar, Sozinha eu quero A felicidade encontrar. Sentada espero Pelo dia em que sorrirei. Esse dia será meu enterro, Quando com a Morte me encontrarei. Permalink Comentários (0) |
Postado em 13/05/2008 às 18:22![]() Recolham as flores negras do jardim do inferno, Flores regadas com minhas lágrimas de sofrimento eterno, Flores sombrias e cheias de espinho, Flores que plantei quando sofria sozinho, Flores frágeis, mas de caule forte, Flores amargas, com perfume de morte! Recolham essas flores, tão tristes e letais, Que ouviam minhas dores e agora não ouvirão mais, Recolham essas flores, de aparência sombria e pura, Recolham todas elas, e depositem em minha sepultura! Permalink Comentários (1) |
Postado em 13/05/2008 às 18:07![]() Meus próprios dentes me perfuraram a língua. Fiz correr o vinho derramado do cálice do altar, A correr pelos degraus. Desembainhei a espada para a luta E a empunhei na mão direita Na esquerda tinha trinta moedas Sujas com sangue inocente “Hipócrita!” “Hipócrita!” Gritavam os que com o dedo me acusavam Apontando para a minha mão esquerda Eu chorava e não me continha. O homem com a balança nas mãos colocava Sobre um dos pratos, as acusações, Sobre o outro, o meu silêncio. “Fala!” “Fala!” Gritava o homem com uma grande ampulheta nas mãos. E da minha boca somente gemidos de dor saia. Minha língua já não mais existia. Eu mesmo havia a comido; dela me alimentei. “Escreve!” “Escreve!” Continuou o homem do tempo Mas já me cercavam. “- Joga fora tuas moedas e luta co tua espada!” “- Fere de morte os teus perseguidores!” “- Não! Compra tua liberdade com tuas moedas. Lança fora tua espada!” “- Uma só moeda! Uma só moeda!” – chamou-me o barqueiro de rosto encoberto. “ – Joga fora tua espada e todas as moedas, menos uma, por ela te levarei até a outra margem” “- Barqueiro Caronte – gritei – Guiavas tu, antes, teu barco pelos canais de Veneza? Leva-me então até lá?” Mas não! As portas que vão à Veneza foram cerradas há muito. Até à outra margem Cérbero me encontrará. Não posso como o antigo poeta, no inferno somente passear. Pesa minha alma saber que nele terei que eternamente ficar. Permalink Comentários (0) |
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